O sub-23 do Corinthians é alvo de críticas entre os torcedores. Isso porque a gestão da equipe semanalmente anuncia novos atletas. E, no meio de tantos comentários negativos sobre o elenco, há jogadores com potencial que vale ficar de olho.

Um deles é o meia Dimitri, recém-contratado vindo do Bahia. Com 20 anos de idade, o jogador é um dos atletas que mostram potencial. Porém, não possui uma grande sequência devido às constantes mudanças de formação e escalação do treinador Leivinha.

Por Rafael Brayan e Iúri Medeiros

Meia armador mais próximo ao atacante principal, Dimitri é um jogador que precisa de poucos toques para conseguir dar sequência à jogada. Ele não costuma, por característica coletiva e individual, retornar até a base da jogada para construir. No Corinthians, sem um time tão propositivo no campo de ataque, se tornou importante em jogadas de transições rápidas quando entrou em campo.

“Eu sempre joguei como um 10, como meia-armador, desde quando começei minha carreira no Bahia. Até hoje nunca fiz uma função diferente sem ser do meio pra frente, nunca joguei do meio pra trás. Sempre consegui correnspoder às expectativas jogando nessa posição”, disse Dimitri, em conversa exclusiva com o SCCP Scouts.

Defensivamente, Dimitri é um dos responsáveis pela primeira linha de marcação, pressionando a defesa adversária. “O treinador cobra muito em relação a não deixar o jogo entrar por dentro, defender a parte central do campo. E sempre que puder pressionar, pressionar fechando o centro”, ressaltou.

CONFIRA LANCES DE DIMITRI COM A CAMISA 10 DO CORINTHIANS

Dimitri durante partida contra o Avaí pelo Brasileirão de Aspirantes

ADAPTAÇÃO AO CORINTHIANS

Contratado na metade deste ano pelo Corinthians, Dimitri passou toda a adolescência no Bahia. Apesar da diferença dos dois clubes, o meia ressaltou que times têm estilos de jogo parecidos. “São times grandes que tentam ao máximo propor o jogo e ficar o máximo com a bola. Então, tem muita semelhança em relação ao jeito de jogar”, afirmou, antes de falar sobre sua adaptação em São Paulo.

“A mudança é muito difícil até porque são 11 anos no Bahia e é muito difícil sair de um lugar onde você nasceu, foi criado, aprendeu a ser uma pessoa de bem, um bom atleta… Mas eu consegui me adaptar muito rapidamente no Corinthians e absorvi tudo o que tinha que absorver da melhor maneira possível e mesmo em não muito tempo a questão da adaptação não foi um problema”, completou Dimitri.


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Este post tem um comentário

  1. Bárbara

    Queria era o Fessin de volta!

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