Neste sábado (3), às 21h (horário de Brasília), em partida válida pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Corinthians recebe o Sport Club Internacional na Neo Química Arena. A seguir, como de costume, o SCCP SCOUTS analisará taticamente a equipe comandada pelo técnico uruguaio Diego Aguirre.

ESTATÍSTICAS DO INTERNACIONAL NO BRASILEIRÃO: 

  • 14º lugar: 2 vitórias, 2 empates e 3 derrotas 
  • 8º em gols marcados (9)
  • 18º em gols sofridos (13)
  • 2º em grandes chances (20)
  • 2º em grandes chances perdidas (13)
  • 5º em posse de bola (53.9%)
  • 10º em passes certos por jogo (346)
  • 8º em acertos de bolas longas (23.4)
  • 10º em cruzamentos precisos por jogo (3.8)
  • 9º em finalizações por jogo (9.6)
  • 10º em dribles bem sucedidos (8.8) 
  • 4º em desarmes por jogo (16.4)
  • 13º em número de interceptações (10.4)
  • 11º em cortes por partida (16.5) 

MOMENTO DA EQUIPE:

No dia 11 de junho, após ser eliminado da Copa do Brasil, em pleno Beira-Rio, pelo Vitória, a diretoria, encabeçada pelo presidente Alessandro Barcellos, decidiu colocar um ponto final na passagem do espanhol Miguel Ángel Ramírez à frente do comando técnico colorado.

Assim, interinamente, Osmar Loss, o qual despontou para o cenário futebolístico nacional dirigindo o time sub-20 do Timão, posteriormente alçando-se a auxiliar técnico e mister do time principal, manejou o banco de reservas do Inter no êxito contra o Bahia e no revés perante ao Atlético Mineiro.

Uma semana e três dias depois do desligamento de Ramírez, o Inter apresentou formalmente o regresso de Aguirre, que já havia comandado a equipe em 2015. Naquela temporada, sob a batuta do uruguaio, foram 50 jogos, com 25 vitórias, 15 empates e 10 derrotas, números que renderam ao Colorado a conquista do Campeonato Gaúcho e uma campanha sólida na Copa Libertadores da América, da qual foi eliminado somente na semifinal.

De um camarote, o “novo velho” treinador assistiu o Internacional, de Loss, empatar em casa frente ao Ceará. Em sua reestreia, venceu, na Arena Condá, a Chapecoense, findando um tabu que perdurava desde 2014. Em seguida, esteve à beira do campo no empate com o América Mineiro e na derrota diante do Palmeiras, que, mesmo performando durante mais de meia hora com um homem a menos, levou de vencida e não permitiu que o Colorado obtivesse os seus primeiros três pontos em seus domínios no certame.

Assim, exatamente 41 dias após divulgar uma nota oficial em sua rede social recusando o convite para assumir o cargo deixado por Vagner Mancini, Corinthians e Diego Aguirre estarão cara a cara.

Para o confronto, o “alvo número 2” de Duílio Monteiro Alves e seus “braços direitos”, Roberto de Andrade e Alessandro Nunes, promoverá, por circunstância distintas, algumas modificações no time, tendo em vista aquela que foi a escalação inicial utilizada na peleja contra o rival.

Portanto, no miolo de zaga, ao lado do argentino Víctor Cuesta, depois de cumprir suspensão automática, Lucas Ribeiro retorna na vaga de Pedro Henrique. Por outro lado, na extrema direita, Caio Vidal, o qual participou de sete partidas neste Brasileirão, está fora, justamente por ter recebido o terceiro cartão amarelo. Ao que tudo indica, Lucas Ramos e Maurício brigam pela vaga. Já na lateral esquerda, Heitor, lateral-direito de origem, mas que vem preenchendo a lacuna desde a lesão muscular na coxa esquerda de Moisés, o titular da posição, teve um edema na coxa esquerda diagnosticado e sequer viajou para São Paulo. Com isso, o lateral-esquerdo de apenas 20 anos, Paulo Victor, contratado há uma semana junto ao Botafogo, debutará com a camisa vermelha.

Ainda nesse setor, mas no meio-campo, a principal dúvida é Patrick, que pode ser poupado devido ao elevado desgaste físico. Vale lembrar que, em maio, na semifinal do Gauchão, o meio-campista lesionou a coxa esquerda, ficou 28 dias afastado dos gramados e, desde que voltou no empate diante do Sport, participou de 725 dos 900 minutos possíveis.

Por fim, Thiago Galhardo, que se recupera de um trauma no joelho, Taison, se recuperando de uma lesão no músculo posterior da coxa direita, e Danilo Fernandes, punido com um jogo de suspensão pela briga contra a Chape, também serão baixas.

PROVÁVEL INTERNACIONAL:

Escalação do Internacional para o jogo contra o Corinthians, segundo o GE.com

SAÍDA DE BOLA:

Existe um certo grau de semelhança nesta primeira fase de construção quando comparamos o Corinthians, de Sylvinho, com o Internacional, de Diego Aguirre. Assim como o corintiano, a proposta do uruguaio é minimizar ao máximo os erros de passes próximos a sua baliza. Por isso, preferencialmente, o portador da bola necessita ter à disposição mais de uma linha de passe aberta. Logo, para colocar em prática essa intenção, Aguirre lança mão de plataformas táticas como o 1-4-1 e o 1-4-2, nas quais os centrais, os laterais e os médios funcionam de modo a sustentar a saída, tendo no goleiro uma opção de retorno. 

Nesse contexto, é importante destacar a influência do(s) volante(s), que, a princípio, deve(m) se posicionar atrás da primeira linha de pressão adversária, flutuando conforme o lado da bola, gerando apoios por dentro. Essa movimentação visa não somente a formação de triângulos com os laterais e os zagueiros, mas também a fixação de algum dos atacantes rivais. Com isso, abre-se uma linha de passe entre o portador da bola e o central do lado oposto, que, para aproveitar a vantagem, precisa conduzi-la assim que for ativado. 

Não raramente, todavia, podemos observá-lo(s) à frente daquele posicionamento ideal, algo que acarreta no aparecimento de um imenso clarão na segunda fase de construção.

Por mais estáticas que pareçam, tais estruturas apresentam, sim, variações, para as quais a peça-chave possui nome e sobrenome: Rodrigo Dourado. Frequentemente, por exemplo, o camisa 13 baixa alguns metros no campo de jogo, funcionando tanto como zagueiro central quanto como quatro zagueiro. Nessas situações, os centrais de ofício transformam-se em laterais, os quais, por sua vez, assumem-se como extremos, uma vez que são os responsáveis por gerar amplitude em uma zona mais próxima ao terço final do campo, enquanto os pontas centralizam, ocupando o meio-espaço daquele setor. 

No entanto, por vezes, sobretudo frente ao Palmeiras, foi possível observar Dourado baixando por entre os zagueiros, construindo, assim, estruturas como o 1-3-1 e o 1-3-2, usadas por Ramírez durante sua estadia no Beira-Rio. 

Isso traz à tona algumas questões, as quais, também, remetem ao ciclo do espanhol e dizem respeito a dificuldade do Internacional em avançar no terreno desde o fundo. Comumente, mesmo agrupando cinco, seis e até sete jogadores para qualificar a saída de bola, essa acaba tendo o efeito inverso e, ao invés de ser dinamizada, torna-se morosa e previsível. 

Porém, o Inter é consciente de suas limitações no que diz respeito ao jogo apoiado. Desse modo, as ligações diretas para o ataque são uma tônica exatamente para “pular” essa fase na qual o Inter apresenta limitações. Nesse sentido, tanto Yuri Alberto quanto Patrick funcionam como “jogadores-alvos”, sendo incumbidos de sustentarem e duelarem pelo alto com os centrais adversários, com o objetivo de produzirem “segundas bolas”, que devem ser manipuladas já dentro do campo ofensivo. 

FASE OFENSIVA:

Diego Aguirre não caracteriza-se por ser um técnico arrojado, muito pelo contrário, uma vez que suas equipes sentem-se mais confortáveis sem do que com a posse da bola. Não à toa, é possível constatar uma razoável dificuldade de construção em ataques posicionais por parte de seus times. Apesar disso, por mais básicos que sejam, os princípios ofensivos do uruguaio podem trazer perigo ao sistema defensivo do Corinthians. 

É importante ter em mente que Aguirre é sinônimo de verticalidade. Logo, a ideia é sempre passar a bola para frente e rápido. Nesse sentido, é importante destacar a bola longa em profundidade, mas, sobretudo as inversões dos centrais: Lucas Ribeiro e, principalmente, Víctor Cuesta procurando a extrema esquerda e direita, nessa ordem, buscando pegar o adversário no lado fraco, colocando o ponta em situações de mano a mano com o lateral-esquerdo. 

E é aqui que entra o peso do desfalque de Caio Vidal, o qual, em um cenário ideal, seria o homem ativado nessas ações. Explica-se: sem o jovem de apenas 20 anos, o Internacional perde o único extremo capaz de somar vitórias pessoais a partir de dribles de todo o elenco, algo extremamente positivo para o Timão.

Há uma certa variação, especialmente com relação ao posicionamento dos laterais, os quais se revezam no apoio, mas, a rigor, tanto Vidal quanto Patrick pela direita e esquerda, respectivamente, posicionam-se praticamente sobre a linha lateral, sendo responsáveis por gerar amplitude para a equipe, possibilitando com que, por dentro, os médios circulem, gerando linhas de passes e oferecendo apoios rápidos, enquanto o centroavante ou concede profundidade.

Deve-se ressaltar ainda que, pelas extremas, triângulos simples, com laterais, volantes e pontas, são habitualmente formados com o objetivo de, por meio de passes curtos e rápidos, gerar superioridade numérica no setor e, assim, progredir no campo de jogo, de preferência atacando os espaços em profundidade.

Quando o fundo do campo é atingido, percebe-se um padrão de preenchimento de área, a qual é ocupada basicamente por três jogadores: o centroavante, o extremo do lado oposto a bola e um dos médios que vem de trás. Contudo, em algumas ocasiões é possível notar também a presença do lateral do lado oposto ao cruzamento e do outro volante da equipe. Isto é, tendo em vista o gol anotado por Santiago Tréllez, a defesa alvinegra, especialmente com os laterais, Fagner e Fábio Santos, precisará estar atenta no que se refere a execução do balanço defensivo.

Edenilson, Jhonny e Maurício destacam-se exatamente por essa capacidade de infiltração. Esse atributo, aliás, é potencializado por uma das principais características de Yuri Alberto: os apoios frontais. Logo, no instante em que recua alguns metros no campo de jogo para auxiliar na construção das jogadas, o centroavante acaba trazendo consigo um dos centrais rivais, abrindo, assim, espaço, o qual deve ser compreendido e, posteriormente, atacado pelos médios anteriormente citados. 

Entretanto, como dito anteriormente, o Internacional, devido às características do elenco,  constrói suas melhores oportunidades a partir de rápidas transições ofensivas. Assim, alguns conceitos que nortearam os trabalhos de Odair Hellmann e Abel Braga vice-campeão da Copa do Brasil de 2019 e vice-campeão Brasileiro de 2020, respectivamente, já começam a ser observados novamente sob a batuta de Diego Aguirre. Nessa fase do jogo, aquela objetividade torna-se ainda mais límpida. Percebe-se, também, a intenção de ter três ou mais homens preparados para puxar o contra-ataque. Nesse sentido, destacam-se: Caio Vidal, capaz de detectar e atacar bem os espaços em transições, e, especialmente, Edenilson e Patrick.

O ex-corintiano, nas últimas temporadas, vale ressaltar, absorveu ao seu jogo atributos outros, os quais o transformaram em um todo-campista completo, sendo capaz não somente de transicionar em altíssima velocidade “box to box”, bem como assumindo-se como um organizador, seja qualificando a saída de bola desde a base ou distribuindo o último passe para a finalização. Por sua vez, o camisa 88 vem performando abaixo, tendo em vista o nível de atuação por ele exibido em um passado não muito distante. Isso está atrelado intrinsecamente à lesão que o afastou dos gramados em maio. Mesmo assim, o Pantera é uma importante arma colorada.

FASE DEFENSIVA:

Via de regra, no momento sem bola, Diego Aguirre estrutura suas equipes mediante a algumas plataformas táticas “irmãs”, as quais podem variar entre si a depender de um simples ajuste, sem provocar uma drástica mudança na estrutura padrão. São elas: o 1-4-1-3-2, o 1-4-1-4-1 e o 1-4-4-2.

Em bloco alto, visando tanto um maior alcance vertical quanto a manutenção da compactação entre os setores do time, o primeiro sistema é usado.

A ideia é, através de encaixes individuais, pressionar incisivamente o homem da bola, bloqueando a circulação e forçando o erro. Logo, Edenilson sobe alguns metros no campo, alinhando-se com Yuri Alberto, ambos responsáveis por vigiar os centrais adversários. Mais atrás, os extremas devem encaixar no laterais, ao passo que o médio marca o primeiro volante rival, com os laterais batendo de frente com os pontas.

A partir do momento em que a posse é recuperada, o objetivo é acumular verticais, acelerando em direção à área adversária para concluir o mais breve possível. 

Internacional

Dessa maneira, por exemplo, o Internacional marcou o primeiro gol contra a Chapecoense, justamente com Caio Vidal, escancarando, com isso, um conceito muito marcante da escola uruguaia de futebol: o “direcionamento”.

Explica-se: quando o rival inicia suas construções com a bola no chão, a ideia é induzi-lo para uma determinada faixa do campo. Na Arena Condá, a ideia era conduzir a Chape para o lado do campo, onde o Inter buscava pressionar, a partir de encaixes individuais, com superioridade numérica, fechando as linhas de passe para frente.

É possível observar também que, neste cenário, visando manter o portador da bola desconfortável em cada execução ou tomada de decisão, Aguirre concede liberdade para que seus laterais desgarrem da primeira linha defensiva. Assim, se a bola entra pelo lado do campo, ambos pressionam, mesmo que, para tal, necessitem percorrer distâncias maiores.

Contudo, por mais influente que tal postura seja para a produção ofensiva da equipe, essa é executada apenas em alguns momentos específicos da partida, sendo mais perceptível nos inícios de cada etapa.

Internacional

Em bloco médio-baixo, os dois últimos sistemas são utilizados. Para além das plataformas, os princípios que norteiam o Internacional nesta fase do jogo estão vinculados à marcação mista, marcando tanto zonal quanto individualmente, com perseguições pequenas a depender do setor da bola, jamais abdicando da pressão sobre o homem da bola. 

Por característica, Diego Aguirre busca manter intacta a estruturação da primeira linha defensiva, a qual não apresenta-se demasiada estreita, tendo em ambos os centrais pilares de sustentação. Apesar disso, aquela mecânica dos laterais se desconectarem é mantida, especialmente quando a bola entra para o extremo adversário no setor. Desse modo, compensações, as quais envolvem sobretudo os médios e os pontas, entram em cena. Esses, por sua vez, devem preencher o intervalo entre aquele lateral e o zagueiro do lado da bola.

Vale pontuar também que, por vezes, uma linha de cinco defensores é estruturada, uma vez que, a depender da amplitude proporcionada pelo adversário, os extremos devem se incorporar à primeira linha de marcação.

Internacional

Eis alguns pontos que o Corinthians pode explorar:

  1. Dificuldade na saída de bola: como exposto anteriormente, o Internacional apresenta dificuldades naturais nessa fase do jogo, as quais acentuam-se consideravelmente quando os adversários propõem-se a subir as suas peças, encaixar a marcação e marcar sobre pressão. Tendo em vista os problemas de construção do Corinthians, tal abordagem, com o objetivo de recuperar a posse já perto da meta rival, apresenta-se como uma alternativa razoável.
  2. Espaço nas costas dos laterais: comumente, seja pela direita ou pela esquerda, tais brechas são concedidas, especialmente pela não ocupação do intervalo entre laterais e zagueiros por parte dos médios ou dos extremos. Nesse sentido, Mosquito pode causar danos ao Inter.
  3. Inversões: esse mecanismo foi utilizado sobretudo pela Chapecoense. Devido aos conceitos que engendram o momento defensivo, a equipe acaba cedendo espaços no lado oposto à construção. Portanto, Víctor Cantillo pode ser uma arma crucial nesse sentido, sobretudo com viradas para a direita, colocando em situações de um contra um tanto Mosquito quanto Fagner.
  4. Bola aérea: seja em escanteios, faltas laterais ou cruzamentos com a bola rolando, o Internacional apresenta gravíssimas dificuldades nesse aspecto. Não à toa, dos 35 tentos sofridos ao longo da temporada, 10, ou seja 28,5%, nasceram a partir de situações como essas. Aliás, dos quatro gols sofridos nessa nova Era Aguirre, três foram dessa maneira.
  5. Transições: o outro tendo tomado foi originado dessa forma. Quando aquela pressão é superada pelo adversário, o campo se abre e há espaço para progredir, por vezes até em superioridade numérica, com a bola dominada. Portanto, pode ser vantajoso para o Corinthians sair apoiado desde o fundo, por mais que tal proposta contenha um certo risco, afinal não existe tática perfeita no futebol.

BOLAS PARADAS OFENSIVAS:

O homem das bolas paradas do Internacional é Edenilson. Seja em escanteios ou faltas laterais, o padrão de preenchimento da área é o mesmo. Assim, Yuri Alberto e Rodrigo Dourado (ou Rodrigo Lindoso) são os responsáveis por atacar o primeiro pau, ao passo que, pelo centro, posicionam-se os zagueiros, Víctor Cuesta e Zé Gabriel. Por sua vez, Patrick fixa-se dentro da pequena área, mas varia para o segundo pau, na expectativa de completar um eventual desvio proveniente da primeira trave, região com maior incidência de cobranças.

Internacional

BOLAS PARADAS DEFENSIVAS:

Diego Aguirre manteve os princípios da marcação individual propostos por Miguel Ángel Ramírez nesta fase do jogo. Destaque para o zagueiro argentino Víctor Cuesta, o qual é encarregado de marcar o melhor cabeceador adversário. 

Internacional

DESTAQUE INDIVIDUAIS DO INTERNACIONAL:

Edenilson: sem dúvidas, o melhor jogador da equipe. É o responsável por agregar critério no meio-campo colorado, sabendo discernir, com uma consciência ímpar, os instantes de ritimizar ou acelerar as construções. Dono de um fôlego invejável, o ex-corintiano é um verdadeiro médio “box to box”, capaz de ferir não somente a partir de infiltrações, devido ao seu aguçado senso de posicionamento, mas sendo capaz também de ser o homem do último passe.

Patrick: mesmo em baixa, técnica e física, o Pantera apresenta-se sempre como um peça perigosa para os sistemas defensivos rivais. 

Yuri Alberto: técnico, o centroavante detecta muito bem os espaços dentro área, bem como os ataca com muita qualidade. Além disso, frente a frente com o goleiro, possui um vasto repertório de finalizações. E mais: é associativo, funcionando, também, fora da área, sobretudo gerando apoios frontais, abrindo, com isso, espaço para o médios infiltrarem.

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